A TIM divulga seu nono Relatório de Sustentabilidade – de acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiatives (GRI) – e reporta importantes avanços em seus resultados operacionais, no cumprimento de metas e na evolução do seu compromisso com a sociedade por meio das iniciativas do Instituto TIM. O documento já está disponível no site de RI da empresa (http://ri.tim.com.br/).

Um destaque no período foi a mudança da sede da operadora no Rio de Janeiro. No novo endereço, a TIM passou a contar com uma infraestrutura mais eficiente e sustentável. O prédio possui certificado LEED Prata, o que garante, por exemplo, o uso racional dos recursos naturais e a adoção de tecnologias de baixo impacto ambiental. Em apenas seis meses, houve redução de 13% no consumo de energia e de 33% do consumo de água, além de queda das emissões diretas de gases de efeito estufa (GEE).

No âmbito social, o Instituto TIM continuou destacando-se com projetos educacionais e de tecnologia livre em todo o país, alcançando mais de 250 mil pessoas com suas iniciativas no ano passado. Desde a sua fundação, em 2013, o Instituto já realizou ações em quase 400 cidades, envolvendo 66 secretarias municipais e estaduais e três ministérios, o que beneficiou mais de 700 mil pessoas em todo o Brasil.

No Relatório, o presidente da TIM, Stefano De Angelis, ressalta que a operadora segue sólida, confiante e preparada para continuar liderando os principais movimentos do setor. Destaca ainda que a TIM continua sendo a única empresa do setor de telecomunicações listada no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) – que exige o nível máximo de governança corporativa – e também a que está há mais tempo na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, por nove anos consecutivos.

 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), aprovou o fim da multa para os condutores que não estiverem com carteira de habilitação e licenciamento anual no momento da abordagem policial. O Projeto agora seguirá para apreciação no Senado Federal, caso não haja recurso na Câmara dos Deputados, em Brasília.

De acordo com o texto, a isenção da multa será feita apenas caso o agente de trânsito possa obter as informações contidas nos documentos por meio de consulta aos bancos de dados oficiais. Na lei, também foi extinguida a possibilidade de apreensão do veículo, mediante a condição de estar em situação regular e ser possível a consulta das informações.

Pela regra atual, quem dirigir sem portar o licenciamento e a carteira de motorista poderá ser multado e ter o veículo retido até a apresentação dos documentos. A infração é considerada leve. Segundo a proposta, quando não for possível realizar a consulta on-line das informações do veículo ou do condutor, o auto de infração será cancelado caso o condutor apresente em até 30 dias, o documento ao órgão de trânsito responsável pela autuação.

Assim, o motorista não terá pontos computados em sua carteira referentes à infração. A comissão acompanhou o voto do relator, deputado João Campos (PRB-GO), pela constitucionalidade e juridicidade do texto. O colegiado também aprovou emenda da Comissão de Viação e Transportes para exigir a apresentação, pelo condutor, de algum documento de identificação oficial, a fim de ser beneficiado pela medida.

A vacina contra a gripe está disponível para toda a população. A medida só é válida durante este ano, devido à baixa adesão da população prioritária. Até o momento, cerca de 76% do público-alvo foi vacinado. Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a vacinação estará disponível até acabarem os estoques.

 “Como nós temos vacinas adquiridas, das 60 milhões de doses, nós ainda temos 10 milhões de doses em estoque, nós liberamos e quem chegar primeiro se vacina. Nós não vamos deixar a vacina prescrever porque o público que nós selecionamos não compareceu para a vacinação”.

O Amapá é o único estado que atingiu a meta, com mais de 95% do público-alvo vacinado.

Para saber mais acesse www.saude.gov.br

Além de ter uma carne saborosa e rica em proteínas, médicos brasileiros descobriram que a tilápia - um peixe de água doce e de rápida reprodução - pode ajudar no tratamento de queimaduras de segundo e terceiro grau. De acordo com os pesquisadores, a pele desse animal, quando aplicada sobre os ferimentos, reduz o tempo de cicatrização.

O cirurgião plástico do Instituto de Apoio ao Queimado, de Fortaleza, Edmar Maciel, um dos médicos envolvidos na pesquisa sobre esse método, garante que o procedimento é mais eficaz do que outros utilizados fora do país.

“Nós fizemos um estudo comparando a pele da tilápia com a pele humana e também com a pele de outros animais que se usa lá fora, como a pele de porco e a pele de rã. Além de a pele da tilápia ter muito mais quantidade de colágeno tipo 1, que é uma proteína importantíssima na cicatrização, também tem uma boa umidade, se assemelhando em muito com a pele humana. Além de que, o risco de transmissão de doenças do animais aquáticos é muito menor do que dos animais terrestres.”

Segundo o instituto, as queimaduras de segundo grau superficiais, por exemplo, levam em média 11 dias para cicatrizarem. Já com a pele do peixe, esse tempo reduz para cerca de um dia e meio.

Ainda de acordo com os pesquisadores, atualmente, no Brasil, as queimaduras locais são tratadas com a pomada sulfadiazina de prata, método que não é utilizado por outros países há muitos anos. Edmar Maciel explica como é feito o procedimento com a pele da tilápia.

 “A área queimada é lavada, a pele é colocada sobre a área queimada e depois são colocados gazes e atadura, para que essa pele fique bem aderida ao leito da ferida. Aí o paciente deve ficar com a área imobilizada, para que a pele possa ter essa função de aderir e bloquear a área queimada.”

Edmar Maciel informou ainda que essa é a primeira vez que o Brasil tem uma pele animal no tratamento das queimaduras. Além disso, é a primeira pele de animal aquático do mundo utilizada com esse objetivo. Os testes já estão em fase final e as pesquisas devem ser concluídas no início de 2018.

(Agência do Rádio)

Após sete filmes estrelados pelo Super-Homem e nove pelo Batman, finalmente Mulher-Maravilha tem uma megaprodução nos cinemas para chamar de sua.

E mesmo se fosse tão ruim quanto os filmes mais recentes da DC Comics, a editora dos homens morcego e de aço, já estaríamos diante de um lançamento histórico. Mas ele vai além: é bom.

"Mulher Maravilha" chega nesta quinta-feira no Brasil e se apoia no talento de duas mulheres: a diretora Patty Jenkins e, claro, a atriz israelense Gal Gadot, a Gisele da saga "Velozes & Furiosos".

Patty equilibra bem batalhas (com efeitinhos em câmera lenta, porque ninguém é perfeito) e piadas. Dar leveza a um filme de guerra featuring mitos gregos é algo a se esperar de quem dirigiu as séries "Arrested Development" e "Entourage".

Este é apenas o segundo longa dela, após "Monster: Desejo assassino" dar o Oscar de atriz para Charlize Theron, em 2004.

Foge, foge Mulher Maravilha

O carisma de Gadot é meio caminho andado para que o filme fuja de algo que parecia uma maldição. Quem viu os outros filmes estrelados por heroínas ou vilãs entende. Ou alguém que está lendo este texto morre de amores por "Supergirl" (1984), "Elektra" (2005) ou "Mulher-Gato" (2004)?

O roteiro mostra sem enrolar a transformação de Diana, uma princesinha das Amazonas, na heroína que tanto conhecemos, com a general Antiope (Robin Wright, de "House of Cards") de mentora.

Quando um espião americano (Chris Pine, de "Star Trek") cai de avião na ilha onda elas moram e conta sobre a Primeira Guerra Mundial, Diana resolve deixar sua comunidade de guerreiras para salvar o mundo.

Deusa humana

Ela consegue, como já sabemos, mas o que importa é o caminho até a salvação. Também por isso, o final é a pior parte do filme: com aquela artificialidade de wallpaper que está no DNA dos mais recentes filmes da DC, como "Batman vs Superman" (2016).

"Mulher Maravilha" é mais... humano. A força do filme está na forma doce e meio "perdida" com a qual ela descobre por que se usa relógio ou quais roupas mulheres de 1917 usam: "Como elas lutam vestindo isso?"

A característica que melhor define a deusa de Gal Gadot é sua ingenuidade, até para lidar com homens machistas em ruas, trincheiras e quartéis generais. Tudo isso sem notar que o machismo existe.

Provavelmente, ela não entenderia por que tivemos que chegar em 2017 para ver uma mulher digirindo um filme de superheróis pela primeira vez.

(Fonte: G1)